Numa ilhota do rio Tejo, a meia distância entre as vilas de Barquinha e Constância num afloramento granítico a que a pequena base dá certo aspecto de altitude, apesar dos seus simples 40 metros de altura ergue-se um dos mais típicos castelos portugueses, o de Almourol, o transporte para visitas faz-se em pequenas embarcações.
“Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes, a arte de viver”. (Bertolt Brecht)
31 de agosto de 2010
27 de agosto de 2010
20 de agosto de 2010
fases da vida...
17 de agosto de 2010
Grutas de Mira D´Aire
Foram descobertas em 1947, mas só alguns anos mais tarde se tornaram visitaveis mais precisamente em 1974. Foram as primeiras a ser descobertas nesta região rica neste tipo de património, parte importante do Parque Natural da Serra de Aires e Candeeiros, situadas bem no coração do Maciço Calcário Estremenho. A entrada está a 200m de altura, chegando no interior a atingir 180 metros de profundidade. As Grutas de Mira de Aire são as maiores grutas turísticas de Portugal, a sua extensão atinge já os 11kms, mas apenas 600 metros podem ser visitados turisticamente. A formação destas grutas remonta há mais de 150 milhões de anos na Idade Média Jurássica, altura em que os dinossáurios ainda habitavam esta região.
Estas grutas são candidatas ás 7 maravilhas naturais de Portugal na categoria de grutas e cavernas.
13 de agosto de 2010
9 de agosto de 2010
6 de agosto de 2010
3 de agosto de 2010
margens
31 de julho de 2010
instantes
27 de julho de 2010
libélulas
A libélula ou libelinha é um insecto alado pertencente à ordem das Odonatas e sub-ordem Anisoptera. Dentro do seu ecossistema, são bastante úteis no controlo das populações de mosquitos e de outras presas, prestando assim um serviço importante ao Homem.
As libélulas são insectos com muitos significados, no Japão, são consideradas símbolos de sucesso, força e elegância, os nativos americanos associam-nas á transformação e ilusão. Geralmente são consideradas símbolos de graça e magia. Em Portugal além de libelinha ou libélula também é conhecida pelos nomes: tira-olhos, lavadeira, cavalinho-das-bruxas, entre outras designações locais.
24 de julho de 2010
borboleta ou poesia com asas
A borboleta do medronheiro-é a maior borboleta diurna existente no nosso país, esta espécie alimenta-se unicamente de folhas de medronheiro (Arbutus unedo) quando lagarta e de frutos maduros quando adulto.
Passa uma Borboleta por Diante de Mim
Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,
Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.
A borboleta é apenas borboleta
E a flor é apenas flor.
Alberto Caeiro, in "O Guardador de Rebanhos - Poema XL"
Heterónimo de Fernando Pessoa
22 de julho de 2010
hora do lanche...
Numa bonita Lantana, uma planta comum que alegra os nossos jardins.
As flores são agrupadas em hastes florais aromáticas e florescem quase o ano inteiro. Apresentam várias cores, com destaque para as cores vermelha, amarela, laranja e branca. Atraem agentes polinizadores como borboletas, insectos e pássaros. Exige poucos cuidados por ser uma planta rústica. Gosta de clima quente, húmido e solo arenoso rico em matéria orgânica.
19 de julho de 2010
13 de julho de 2010
8 de julho de 2010
doce olhar vadio

GATO QUE BRINCAS NA RUA
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Fernando Pessoa
Gato que brincas na rua
Como se fosse na cama,
Invejo a sorte que é tua
Porque nem sorte se chama.
Bom servo das leis fatais
Que regem pedras e gentes,
Que tens instintos gerais
E sentes só o que sentes.
És feliz porque és assim,
Todo o nada que és é teu.
Eu vejo-me e estou sem mim,
Conheço-me e não sou eu.
Fernando Pessoa
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